A personalidade do Rottweiler engloba o conjunto de qualidades, habilidades e os atributos físicos e mentais inatos e adquiridos, que determinam o seu comportamento no meio ambiente.
Psicologicamente, sua atitude é amistosa e pacífica. Perante um estímulo desagradável, ele age com dureza.
Diante de uma real ameaça, porém, seu instinto de defesa é accionado, em virtude do alto desenvolvimento de seu espírito de luta e protecção, resistindo sem medo ou hesitação a experiências dolorosas.
Uma vez cessada a ameaça, o instinto de luta termina relativamente rápido e retorna normalmente à sua atitude pacífica.
Um temperamento tão forte exige do dono uma atitude de líder perante o Rottweiler.
Essa condição está ao alcance da maioria das pessoas, de forma bastante simples, desde que se saiba fazê-lo.
Basta disciplinar o comportamento do Rottweiler desde pequeno e ele aceitará os donos como líderes naturalmente e então terão um companheiro fiel e carinhoso para com a família.
Esta troca de afecto e contacto é de extrema importância para um Rottweiler, pois ele é muito apegado à família, tornando-o também mais equilibrado para desempenhar sua principal vocação: a guarda.
Este convívio entre o dono e o Rottweiler é o factor fundamental para a educação e socialização dele.
Um Rottweiler mal-educado e/ou anti-social pode trazer uma série de problemas, desde destruir objectos do quintal, por causa da solidão, até tornar inviável um passeio pela rua, pois, não estando habituado a outros animais e pessoas, pode tornar-se agressivo com eles.
Este problema não é exclusivo da raça, mas torna-a uma vítima comum se for criado isolado da família e do convívio com outros animais.
Uma característica importante que ajuda na educação do Rottweiler é sua elevada inteligência e impressionante memória.
Considerada a nona raça mais inteligente, de entre 133 analisadas, no livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren. Um Rottweiler raramente é culpado por ser desobediente. Por isso reforça-se tanto a necessidade de um adestramento básico para o cão.
São séculos de aprimoramento da raça para trabalhar junto com seu dono, seja como guarda, pastoreio e até, em alguns casos, resgate de pessoas. Esse “desejo” por trabalhar do Rottweiler não pode ser descuidada. Um adestramento básico necessita apenas de uma trela, coleira e boa vontade do próprio dono, e o Rottweiler adora ser ensinado. Procure uma escola perto de si e aprenda o que de melhor poderá ter o Rottweiler.
Rottweilers podem (e devem) ser controlados utilizando apenas correcções verbais. Além disso, as agressões físicas não funcionam para se obter obediência, porque a resistência à dor é muito elevada na raça.
Evite treinadores demasiadamente ríspidos. Deve-se evitar o confronto físico com o Rottweiler, pois sabemos que não conseguimos com a força de um adulto, mas ele nunca deve saber disso. Por isso, é de extrema importância que ele nos obedeça prontamente a um comando de voz.
Os machos medem aproximadamente entre 60 e 68 cm e pesam entre 45 e 60kg.
As fêmeas são um pouco mais pequenas, medindo aproximadamente entre 55 e 63cm, pesando algo entre 35 e 45 kg. A altura é relativa à cernelha (nuca) do cão, não levando em conta o pescoço e a cabeça.
O Rottweiler é muito forte para o seu tamanho, pois era originalmente um cão de tracção. Por isso um cão adulto pode facilmente derrubar uma pessoa, mesmo durante uma brincadeira.
Por isso, não de deve deixá-lo sozinho com crianças muito pequenas (aliás, nenhum cão médio ou grande deve ser deixado só com uma criança pequena) e ter um cuidado maior quando em contacto com pessoas muito idosas.
A sua cor predominate é sempre o preto, com marcas do castanho claro ao mais escuro. Os seus olhos e lábios são escuros e as orelhas são “caídas” e de tamanho pequeno-médio.
Pela sua origem, o Rottweiler tolera melhor o frio que o calor. Os cães nunca devem ser deixados fora, com o sol directo, durante o verão. A insolação é provocada rapidamente em virtude da cor preta. Por esse mesmo motivo, durante o calor, os passeios devem ser feitos nos horários menos quentes do dia. Os cães devem sempre ter um abrigo, independente do clima.
Assim como em todas as raças, o temperamento varia ligeiramente de cão para cão. Existem aqueles extremamente brincalhões, que se afeiçoam a quase todos e também aqueles mais reservados, cães de um só dono. Mas no geral devem ser companheiros calmos e alertas.
Normalmente seguem seus donos de lugar para lugar na casa, mantendo uma vigilância constante e por vezes obstrutiva.
O Rottweiler tem um instinto protector elevado, o que é um benefício e uma responsabilidade. Estranhos nunca devem entrar na propriedade guardada por um Rottweiler sem aviso. A seguinte situação deve ser evitada (e outras semelhantes):
Os amigos que lhe vão fazer uma visita, devem ser recebidos no portão juntamente com seu Rottweiler, que os irá recebe normalmente, permitindo até uma festa dos seus amigos.
Quando estão a entrar em casa, um de seus amigos lembra-se que se esqueceu algo no carro e volta atrás para ir buscar. Alguns minutos depois, já consigo dentro de casa e seu Rottweiler no jardim da frente, este amigo retorna e, por ter sido bem recebido pelo cão da primeira vez, acha que pode entrar novamente sozinho.
Engano. Embora raramente mordam sem provocação, ser encurralado por um Rottweiler a rosnar é uma experiência extremamente desagradável para pessoas que entram no território na ausência de alguém da família.
Um Rottweiler não sabe se um estranho é um ladrão ou um parente distante ou amigo da família. Ele cumpre a sua função, que é guardar o território e o dono.
Outra característica comum à raça é a facilidade e tendência natural para saltar, herança do tempo em que era utilizado para pastorear gado, pois tinham que se esquivar de investidas do gado, além de mantê-los reunidos. Por isso o Rottweiler possui uma característica ímpar, que é o “salto lateral”, onde o cão salta lateralmente com as quatro patas.
Essa esquiva era fundamental para escapar de marradas e coices do gado. Actualmente, é uma defesa. A tendência a saltar ocorre quando o Rottweiler “pastoreia”, no dias de hoje, uma criança, um adulto ou outros animais de estimação da casa. Por isso, ele pode, mesmo sem a intenção de magoar, derrubar alguma criança pequena ou idoso, durante seu “pastoreio”, com os seus saltos.
Os cachorros, quando chegam à sua nova casa, normalmente adaptam-se bem a outros cães e gatos mais velhos, que ali já residam. Rottweilers adultos pode ser mais difícil de se integrar numa nova casa com outros animais. O contrário também pode ocorrer, quando um Rottweiler adulto é o “dono território” e um novo animal de estimação chega a casa. Geralmente, cães do mesmo sexo, principalmente machos poderá ser mais complicado.
A agressividade com outros cães por parte do Rottweiler depende da socialização, linhas de sangue e, como dito, serem do mesmo sexo. Nesse aspecto, a socialização do cão desde jovem com outros cães é extremamente importante para facilitar a integração do Rottweiler (não só ele, mas qualquer outra raça) a outros cães.
A necessidade de espaço é mais pela disposição pelo trabalho do que pelo seu tamanho. Um espaço grande, com muro (ou grade) de 2,0m de altura, é suficiente para ajudar o cão a queimar as suas energias, principalmente os cachorros e jovens, evitando assim, algum comportamento destrutivo. O nível de “destruição” (cavar, roer, etc) varia conforme a idade, treino, temperamento e principalmente, nível de actividade do cão.
Normalmente, cachorros e cães com menos de dois anos de idade são os mais “eléctricos” e, se não educados e exercitados, os mais “destruidores”, principalmente quando ficam sozinho por longos períodos. Orientação, educação e companhia normalmente resolvem o problema.
Por ser uma raça de tamanho médio-grande e físico pesado, o Rottweiler também está sujeito a sofrer de displasia coxo-femural, que é um “mau encaixe” entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (espaço onde ela se encaixa) da bacia.
Conforme a sua gravidade, pode tornar os movimentos do cão limitados e até incapacitá-lo de movimentar as pernas traseiras devido à dor. Por ser uma doença parcialmente genética, apenas pode ser diagnosticada com o cão já quase adulto (no mínimo com 10-12 meses de idade) através de exame radiológico, recomenda-se comprar cachorros apenas em criadores que façam o controle de displasia nos cães reprodutores.
Outras de suas virtudes são:
A personalidade do Rottweiler engloba o conjunto de qualidades, habilidades e os atributos físicos e mentais inatos e adquiridos, que determinam o seu comportamento no meio ambiente.
Psicologicamente, sua atitude é amistosa e pacífica. Perante um estímulo desagradável, ele age com dureza.
Diante de uma real ameaça, porém, seu instinto de defesa é accionado, em virtude do alto desenvolvimento de seu espírito de luta e protecção, resistindo sem medo ou hesitação a experiências dolorosas.
Uma vez cessada a ameaça, o instinto de luta termina relativamente rápido e retorna normalmente à sua atitude pacífica.
Um temperamento tão forte exige do dono uma atitude de líder perante o Rottweiler.
Essa condição está ao alcance da maioria das pessoas, de forma bastante simples, desde que se saiba fazê-lo.
Basta disciplinar o comportamento do Rottweiler desde pequeno e ele aceitará os donos como líderes naturalmente e então terão um companheiro fiel e carinhoso para com a família.
Esta troca de afecto e contacto é de extrema importância para um Rottweiler, pois ele é muito apegado à família, tornando-o também mais equilibrado para desempenhar sua principal vocação: a guarda.
Este convívio entre o dono e o Rottweiler é o factor fundamental para a educação e socialização dele.
Um Rottweiler mal-educado e/ou anti-social pode trazer uma série de problemas, desde destruir objectos do quintal, por causa da solidão, até tornar inviável um passeio pela rua, pois, não estando habituado a outros animais e pessoas, pode tornar-se agressivo com eles.
Este problema não é exclusivo da raça, mas torna-a uma vítima comum se for criado isolado da família e do convívio com outros animais.
Uma característica importante que ajuda na educação do Rottweiler é sua elevada inteligência e impressionante memória.
Considerada a nona raça mais inteligente, de entre 133 analisadas, no livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren. Um Rottweiler raramente é culpado por ser desobediente. Por isso reforça-se tanto a necessidade de um adestramento básico para o cão.
São séculos de aprimoramento da raça para trabalhar junto com seu dono, seja como guarda, pastoreio e até, em alguns casos, resgate de pessoas. Esse “desejo” por trabalhar do Rottweiler não pode ser descuidada. Um adestramento básico necessita apenas de uma trela, coleira e boa vontade do próprio dono, e o Rottweiler adora ser ensinado. Procure uma escola perto de si e aprenda o que de melhor poderá ter o Rottweiler.
Rottweilers podem (e devem) ser controlados utilizando apenas correcções verbais. Além disso, as agressões físicas não funcionam para se obter obediência, porque a resistência à dor é muito elevada na raça.
Evite treinadores demasiadamente ríspidos. Deve-se evitar o confronto físico com o Rottweiler, pois sabemos que não conseguimos com a força de um adulto, mas ele nunca deve saber disso. Por isso, é de extrema importância que ele nos obedeça prontamente a um comando de voz.
Os machos medem aproximadamente entre 60 e 68 cm e pesam entre 45 e 60kg.
As fêmeas são um pouco mais pequenas, medindo aproximadamente entre 55 e 63cm, pesando algo entre 35 e 45 kg. A altura é relativa à cernelha (nuca) do cão, não levando em conta o pescoço e a cabeça.
O Rottweiler é muito forte para o seu tamanho, pois era originalmente um cão de tracção. Por isso um cão adulto pode facilmente derrubar uma pessoa, mesmo durante uma brincadeira.
Por isso, não de deve deixá-lo sozinho com crianças muito pequenas (aliás, nenhum cão médio ou grande deve ser deixado só com uma criança pequena) e ter um cuidado maior quando em contacto com pessoas muito idosas.
A sua cor predominate é sempre o preto, com marcas do castanho claro ao mais escuro. Os seus olhos e lábios são escuros e as orelhas são “caídas” e de tamanho pequeno-médio.
Pela sua origem, o Rottweiler tolera melhor o frio que o calor. Os cães nunca devem ser deixados fora, com o sol directo, durante o verão. A insolação é provocada rapidamente em virtude da cor preta. Por esse mesmo motivo, durante o calor, os passeios devem ser feitos nos horários menos quentes do dia. Os cães devem sempre ter um abrigo, independente do clima.
Assim como em todas as raças, o temperamento varia ligeiramente de cão para cão. Existem aqueles extremamente brincalhões, que se afeiçoam a quase todos e também aqueles mais reservados, cães de um só dono. Mas no geral devem ser companheiros calmos e alertas.
Normalmente seguem seus donos de lugar para lugar na casa, mantendo uma vigilância constante e por vezes obstrutiva.
O Rottweiler tem um instinto protector elevado, o que é um benefício e uma responsabilidade. Estranhos nunca devem entrar na propriedade guardada por um Rottweiler sem aviso. A seguinte situação deve ser evitada (e outras semelhantes):
Os amigos que lhe vão fazer uma visita, devem ser recebidos no portão juntamente com seu Rottweiler, que os irá recebe normalmente, permitindo até uma festa dos seus amigos.
Quando estão a entrar em casa, um de seus amigos lembra-se que se esqueceu algo no carro e volta atrás para ir buscar. Alguns minutos depois, já consigo dentro de casa e seu Rottweiler no jardim da frente, este amigo retorna e, por ter sido bem recebido pelo cão da primeira vez, acha que pode entrar novamente sozinho.
Engano. Embora raramente mordam sem provocação, ser encurralado por um Rottweiler a rosnar é uma experiência extremamente desagradável para pessoas que entram no território na ausência de alguém da família.
Um Rottweiler não sabe se um estranho é um ladrão ou um parente distante ou amigo da família. Ele cumpre a sua função, que é guardar o território e o dono.
Outra característica comum à raça é a facilidade e tendência natural para saltar, herança do tempo em que era utilizado para pastorear gado, pois tinham que se esquivar de investidas do gado, além de mantê-los reunidos. Por isso o Rottweiler possui uma característica ímpar, que é o “salto lateral”, onde o cão salta lateralmente com as quatro patas.
Essa esquiva era fundamental para escapar de marradas e coices do gado. Actualmente, é uma defesa. A tendência a saltar ocorre quando o Rottweiler “pastoreia”, no dias de hoje, uma criança, um adulto ou outros animais de estimação da casa. Por isso, ele pode, mesmo sem a intenção de magoar, derrubar alguma criança pequena ou idoso, durante seu “pastoreio”, com os seus saltos.
Os cachorros, quando chegam à sua nova casa, normalmente adaptam-se bem a outros cães e gatos mais velhos, que ali já residam. Rottweilers adultos pode ser mais difícil de se integrar numa nova casa com outros animais. O contrário também pode ocorrer, quando um Rottweiler adulto é o “dono território” e um novo animal de estimação chega a casa. Geralmente, cães do mesmo sexo, principalmente machos poderá ser mais complicado.
A agressividade com outros cães por parte do Rottweiler depende da socialização, linhas de sangue e, como dito, serem do mesmo sexo. Nesse aspecto, a socialização do cão desde jovem com outros cães é extremamente importante para facilitar a integração do Rottweiler (não só ele, mas qualquer outra raça) a outros cães.
A necessidade de espaço é mais pela disposição pelo trabalho do que pelo seu tamanho. Um espaço grande, com muro (ou grade) de 2,0m de altura, é suficiente para ajudar o cão a queimar as suas energias, principalmente os cachorros e jovens, evitando assim, algum comportamento destrutivo. O nível de “destruição” (cavar, roer, etc) varia conforme a idade, treino, temperamento e principalmente, nível de actividade do cão.
Normalmente, cachorros e cães com menos de dois anos de idade são os mais “eléctricos” e, se não educados e exercitados, os mais “destruidores”, principalmente quando ficam sozinho por longos períodos. Orientação, educação e companhia normalmente resolvem o problema.
Por ser uma raça de tamanho médio-grande e físico pesado, o Rottweiler também está sujeito a sofrer de displasia coxo-femural, que é um “mau encaixe” entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (espaço onde ela se encaixa) da bacia.
Conforme a sua gravidade, pode tornar os movimentos do cão limitados e até incapacitá-lo de movimentar as pernas traseiras devido à dor. Por ser uma doença parcialmente genética, apenas pode ser diagnosticada com o cão já quase adulto (no mínimo com 10-12 meses de idade) através de exame radiológico, recomenda-se comprar cachorros apenas em criadores que façam o controle de displasia nos cães reprodutores.
Outras de suas virtudes são:
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